Vamos tentar falar de outras coisas. Que tal essas eleições que estão chegando? Ou então as variações de tempo que Recife está passando? Sobre as eleições, votar nulo é a melhor solução diante das opções que temos, mas como eu quero exigir meus direitos e opinar em alguma coisa no meu pais, voto em Marina. Sobre o tempo, não gosto de chuva. Acho que os dias cinzentos são bem mais sem graças do que aqueles que o azul do céu nos enche os olhos e o pôr do sol nos faz viajar em lembranças e pensamentos. E, mais uma vez, estou aqui desviando meu pensamento do céu e indo até você. Esse é um dos pensamentos que, volta e meia (como já foi dito no post anterior) invade minha cabeça e toma conta de mim. Tento parar, tento desviar a atenção. Inevitável. Essa é a palavra certa pra definir o que você é em mim.
Vejo fins de namoros, começo de outros. Vejo casamentos, luas de mel, chás de bebês. E mais uma vez percebo o quão inerte eu estou diante do mundo. Promessas de mudanças já não colam mais, não adianta deletar seu número da minha agenda, nem parar de frequentas os mesmos lugares que você. A verdade: não adianta tentar fugir. Você sempre me alcança e me envolve de uma maneira impressionante. Aquela parte de mim que grita desesperadamente por você, agora está no auge de um dos gritos mais fortes.
E eu espero que depois desse, eu nunca mais chame pelo seu nome.
Mais uma vez, muito orgulho. Continua, Mama. Tá uma delícia ler isso aqui. :* :*
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