Vamos tentar falar de outras coisas. Que tal essas eleições que estão chegando? Ou então as variações de tempo que Recife está passando? Sobre as eleições, votar nulo é a melhor solução diante das opções que temos, mas como eu quero exigir meus direitos e opinar em alguma coisa no meu pais, voto em Marina. Sobre o tempo, não gosto de chuva. Acho que os dias cinzentos são bem mais sem graças do que aqueles que o azul do céu nos enche os olhos e o pôr do sol nos faz viajar em lembranças e pensamentos. E, mais uma vez, estou aqui desviando meu pensamento do céu e indo até você. Esse é um dos pensamentos que, volta e meia (como já foi dito no post anterior) invade minha cabeça e toma conta de mim. Tento parar, tento desviar a atenção. Inevitável. Essa é a palavra certa pra definir o que você é em mim.
Vejo fins de namoros, começo de outros. Vejo casamentos, luas de mel, chás de bebês. E mais uma vez percebo o quão inerte eu estou diante do mundo. Promessas de mudanças já não colam mais, não adianta deletar seu número da minha agenda, nem parar de frequentas os mesmos lugares que você. A verdade: não adianta tentar fugir. Você sempre me alcança e me envolve de uma maneira impressionante. Aquela parte de mim que grita desesperadamente por você, agora está no auge de um dos gritos mais fortes.
E eu espero que depois desse, eu nunca mais chame pelo seu nome.
domingo, 26 de setembro de 2010
sábado, 18 de setembro de 2010
Sentimentos urgentes e opostos.
- Não acredito que isso tá acontecendo de novo.
(Ainda bem que isso está acontecendo de novo)
(Ainda bem que isso está acontecendo de novo)
sexta-feira, 17 de setembro de 2010
Viagem
Por esses dias, me peguei tendo pensamentos que há tempos não invadiam minha mente. Tendo percebido isso, me deixei levar por toda nostalgia que invadiu meu ser e, curiosa, quis ver até onde meu inconsciente podia me levar.
Foram altos e baixos, curvas e linhas retas, sonhos bons e pesadelos. Lembrei-me de momentos mágicos e também daqueles que eu deveria esquecer. Mas não esqueci. É como se eu tivesse ali parada, estática, inerte. O mundo ao meu redor gira, roda, muda. E eu, que sempre acreditei na ação do tempo, estava exatamente igual há meses. Claro, as feridas são menos profundas, o sorriso não me afeta tanto, o cheiro não me alucina como antes. Você hoje é uma ferida quase curada dentro de mim.
Acabo de tomar banho, ainda estou com a toalha enrolada na cabeça. Abri minha gaveta de 'roupas de casa' e me deparei com uma camisa sua, roubada de um dos melhores momentos da minha vida. Pensei duas vezes antes de vesti-la, mas confesso que não resisti às lembranças que essa simples blusa cinza me trás. Não te vejo mais como futuro, mas te guardo no meu passado. Fiz questão de deixá-lo intácto, dentro de uma caixinha trancada e abandonada dentro das mais lindas lembranças que alguém pode guardar. Eu tenho total controle sobre mim, meus atos e meus desejos. Mas existe uma pequena parte de mim que ainda grita desesperadamente por você. Certas coisas você esquece. Essas são certezas que nunca serão esquecidas.
A viagem dos meus pensamentos me levou a um lugar seguro, onde você só é mencionado em algumas festas, alguns momentos legais com amigos, algumas conversas femininas de desilusões amorosas ou coisa do tipo. Você não se faz presente em 90% dos meus pensamentos como antes e minhas ações não são direcionadas a qualquer coisa que possa chamar sua atenção. Estou curada de você. Mas não do sentimento que guardo dentro de mim.
Foram altos e baixos, curvas e linhas retas, sonhos bons e pesadelos. Lembrei-me de momentos mágicos e também daqueles que eu deveria esquecer. Mas não esqueci. É como se eu tivesse ali parada, estática, inerte. O mundo ao meu redor gira, roda, muda. E eu, que sempre acreditei na ação do tempo, estava exatamente igual há meses. Claro, as feridas são menos profundas, o sorriso não me afeta tanto, o cheiro não me alucina como antes. Você hoje é uma ferida quase curada dentro de mim.
Acabo de tomar banho, ainda estou com a toalha enrolada na cabeça. Abri minha gaveta de 'roupas de casa' e me deparei com uma camisa sua, roubada de um dos melhores momentos da minha vida. Pensei duas vezes antes de vesti-la, mas confesso que não resisti às lembranças que essa simples blusa cinza me trás. Não te vejo mais como futuro, mas te guardo no meu passado. Fiz questão de deixá-lo intácto, dentro de uma caixinha trancada e abandonada dentro das mais lindas lembranças que alguém pode guardar. Eu tenho total controle sobre mim, meus atos e meus desejos. Mas existe uma pequena parte de mim que ainda grita desesperadamente por você. Certas coisas você esquece. Essas são certezas que nunca serão esquecidas.
A viagem dos meus pensamentos me levou a um lugar seguro, onde você só é mencionado em algumas festas, alguns momentos legais com amigos, algumas conversas femininas de desilusões amorosas ou coisa do tipo. Você não se faz presente em 90% dos meus pensamentos como antes e minhas ações não são direcionadas a qualquer coisa que possa chamar sua atenção. Estou curada de você. Mas não do sentimento que guardo dentro de mim.
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